Formação Permanente
Formado em 1998, o Departamento de Formação Permanente do SCTS constituiu-se num ambicioso projecto do SCTS, seja pela complexidade de toda a estrutura burocrática, administrativa, cientifica, pedagógica e organizacional em que teria que assentar, seja pela inexistência de actividades formativas, nas quais pudéssemos beber experiência constituída.
O D.F.P. foi um salto no futuro e uma aposta de consequências imprevisíveis. Havia que o constituir de raiz.
Com flutuações determinadas pelos altos e baixos dos quadros comunitários de apoio, até 2007 o D.F.P. realizou algumas centenas de cursos, abrangendo quase 10.000 formandos de diversas áreas profissionais.
Com o ganhar de experiência a que se associou o crescente apoio da Delegação do Sindicato em Lisboa, a formação permanente foi, sucessivamente, aproximando-se dos profissionais colocados nos diversos pontos do País.
Nos últimos anos (2008/2009), razões ligadas à mudança de quadro comunitário de apoio, bem como do esgotamento dos fundos para a formação, determinaram um interregno na formação que, ao nível do D.F.P., foi aproveitado para o aperfeiçoamento da respectiva estrutura de comando e operacionalização da formação permanente.
Em final de 2009, e já na presença de novo quadro comunitário de apoio, o SCTS apresentou a sua candidatura para as diversas regiões, excepção da RAM e RAR, por razões logísticas e operacionais.
Lamentavelmente, por razões que estão em sede de clarificação junto da Ministra do Trabalho, o nosso projecto foi indeferido, pese embora o Sindicato (SCTS) cumprir com todos os pré – requisitos, nomeadamente a sua certificação e acreditação como entidade formadora.
Pelo facto pedimos desculpa aos profissionais das tecnologias da saúde, pese embora as razões que determinam a presente situação não nos sejam imputáveis.




